FERRO E AÇO MACHADO EM ALTO SANTO-CE

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Dominada pela Colômbia, Seleção Brasileira perde e sofre gritos de 'olé'


Santiago, mas pode chamar de Bogotá. A Colômbia jogou nesta quarta-feira à noite praticamente em casa no Estádio Monumental. O Brasil, por sua vez, não jogou. Entrou em campo, mas pouco fez. Com Neymar apagado e sem criatividade no meio de campo, o time de Dunga apenas observou o adversário controlar toda a partida, ser aplaudido do início ao fim pela fantástica torcida colombiana e, acima de tudo, arrancar uma incontestável vitória por 1 a 0.

Bem armada taticamente por José Pékerman e nitidamente com mais pegada, a Colômbia, que precisava mostrar trabalho depois de perder na estreia da Copa América por 1 a 0 para Venezuela, mostrou que dominaria o jogo desde o primeiro minuto. Acuado, o Brasil até trocou bons passes, mas não conseguiu levar perigo ao gol de Ospina. Elias, Fred, Willian e Roberto Firmino deixaram a desejar.

Após falta infantil de Fred no setor defensivo, a seleção colombiana fez (merecidamente) o estádio explodir. Aos 35 minutos do primeiro tempo, Murillo levou a melhor em cima de Daniel Alves e Fernandinho, que bateram cabeça dentro da área, e abriu o placar. Um gol que animou ainda mais a torcida, que puxou o grito de “olé” logo em seguida.

O Brasil perdeu a primeira na Copa América: 1 a 0 para a Colômbia (Foto: Marcelo Machado de Melo/LANCE!Press)
Neymar, desta vez, não conseguiu salvar o time e nem de longe lembrou o craque que acabou com o Peru na primeira rodada. Perdeu muitas bolas e errou dribles. Para piorar, tomou um cartão amarelo e está suspenso para o confronto decisivo de domingo com a Venezuela.
Philippe Coutinho, que entrou na volta do intervalo, fez a equipe melhorar. Porém, não foi o suficiente. Os colombianos continuaram tomando as rédeas e tiveram pelos menos boas duas oportunidades de aumentar a vantagem.



Mas o Brasil também teve uma chance de balançar a rede. E que chance! Mesmo sem goleiro, Firmino conseguiu isolar a bola por cima. Perdeu o gol e, de quebra, não conseguiu evitar o fim da invencibilidade de onze jogos de Dunga no retorno ao comando da Seleção Brasileira.


uol